quinta-feira, 26 de abril de 2012
Príncipe ou Vilão?
Começaremos a falar sobre aquela doce ilusão infantil de querer encontrar um príncipe encantado. A pergunta é: será que os príncipes são sempre tão bons assim? Ou é apenas um esteriótipo imposto pela sociedade para nos fazer pensar que os melhores são bonitos, ricos e socialmente importantes? Porque venhamos e convenhamos, ser príncipe não significa ser bonito e muito menos gentil, apenas significa que eles têm um papel relativamente alto à ser desempenhado para o país. Gosto de pensar que sem os vilões nada no mundo teria sentido. Mas não estou falando de ladrões, corruptos, assassinos ou estupradores. Estou falando dos incompreendidos, julgados socialmente por serem, como na foto, tatuados, com piercings, que usem preto e escutem rock. Pensemos também em vilões de livros ou filmes. Do que seria de um bom filme de terror sem o vilão para assustar e matar todos os personagens, produtores e diretores? Do que seria de um bom livro de romance sem o vilão para sequestrar a mocinha e fazer tudo dar certo no final? Por essas e outras que eu escrevo e assino em baixo: Sou totalmente a favor dos vilões. Sou a favor dos planos maléficos, sou a favor das tatuagens, sou a favor dos piercings, sou a favor das risadas sinistras e sou a favor de quando o plano deles dá certo e eles dão aquele sorrisinho de: yey. Sou a favor do Tom em vez do Jerry, sou a favor do Frajola em vez do Piupiu e principalmente sou a favor do Draco Malfoy em vez do Harry Potter. Enfim, me desviei do assunto principal, que na verdade era sobre o sonho, muitas vezes não concretizado, de garotas de todo o canto do mundo sobre encontrarem um príncipe encantado, terem muitos filhinhos e morarem em uma casinha de campo com chaminé. Mas de que adianta passar a vida inteira procurando um príncipe irreal quando na verdade um vilão amável pode estar na sua frente? Não estou generalizando. Não quero dizer que todos os garotos doces, bonitos e educados sejam inalcançáveis (ou gays) e nem que todos os tatuados, incompreendidos e solitários sejam bons, mas digo para todos abrirmos nossos olhos e pensarmos que nem sempre o imposto pelo mundo é o certo a ser seguido.
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